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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

FORMATURA ABC NA ESCOLA PEQUENO PRÍNCIPE

FORMATURA ABC
Com muita babação, alegria e confraternização, aconteceu dia 28 deste mês a colação da escola infantil Pequeno Príncipe. Papais e mamães munidos dos respectivos babadores, estavam a postos para registrar, aplaudir e se emocionar com a linda festa da formatura do Jardim 2. O Complexo Boca Livre foi pequeno para tanta manifestação de alegria simultânea. O ambiente decorado pela equipe da Sonhos Decorações & Eventos, deu um charme ainda maior para criançada que eram as estrelas da festa.
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FORMATURA ABC NO CENTRO DE EDUCAÇÃO

FORMATURA ABC
O Centro de Educação Prof. Lucimar de Nazaré de Oliveira Nogueira, realizou a sua primeira formatura do jardim 2, dia 29 deste mês noComplexo Boca Livre. Os colandos receberam os certificados de conclusão, enquanto pais, mães e responsável vibravam de felicidade. Muito linda a festa da criançada. Em discurso o presidente da Câmara Municipal de Baião, vereador Renivaldo Lemos, pediu um minuto de silêncio em memória póstuma pela professora Dagmar e pela professora que deu o nome da escola já falecidas. As fotos são da lembrança que os formandos receberam juntamente com o diploma. Os alunos posam ao lado de seus respectivos professores. Uma criação da Correio Baionense Produções.
O Centro de Educação Prof. Lucimar de Nazaré de Oliveira Nogueira, realizou a sua primeira formatura do jardim 2, dia 29 deste mês noComplexo Boca Livre. Os colandos receberam os certificados de conclusão, enquanto pais, mães e responsável vibravam de felicidade. Muito linda a festa da criançada. Em discurso o presidente da Câmara Municipal de Baião, vereador Renivaldo Lemos, pediu um minuto de silêncio em memória póstuma pela professora Dagmar e pela professora que deu o nome da escola já falecidas. As fotos são da lembrança que os formandos receberam juntamente com o diploma. Os alunos posam ao lado de seus respectivos professores. Uma criação da Correio Baionense Produções.

FALECIMENTO DO SEU " CATITO"

"CATICO" JÁ É SAUDADE
Já habita o esconderijo do Altíssimo, aquele que o Padre Pedro Nota, batizou com o nome de Benedito Campelo, mas nós, seus conterrâneos, preferimos chamá-lo Catico.
Catico era filho de dona “Martidinha” (centenária e viva), com o finado Agnelo.
Foi se encontrar com a sua esposa Odete, que lhe antecedeu no encontro com o Senhor.
Catico marcou a minha vida, foi meu ídolo nos tempos do Brasília Comercial Esporte Clube. Tocava a bola com respeito e eficiência. Corria afastando os braços do corpo, como se fosse alçar vôo. Nunca vou esquecer o “Torneio da Paz”. Isto mesmo, torneio! Mas só de dois clubes: Baião x Brasília. É que todo jogo entre estas duas agremiações terminava em pancadaria. Com a chegada do interventores municipais em Baião, o secretário da intervenção, Tenente Wilson promoveu o torneio e foi o árbitro. Claro que não deu briga e “nós” ganhamos: 3x1.
Lá estava brilhando o Catico, acompanhado do Zeca Campelo, Alírio, Acapu, Deu, Sinval, Ary Vieira, Manoel Marçal, Cornélio, Zezé, Cupertino, Bereca..., tendo por técnico o “seu” Juvico Medeiros.
Extinto o Brasília foi-se para o Norte América, já "velhão", mas com a mesma maestria, também meu clube, donde sou sócio.
Em Baião se falava que a “linha” do Brasília era da casa do finado Agnelo: Catico, Cornélio e Agnelinho. Família de jogadores de futebol, que poderiam desabrochar num clube grande. Por causa do bom futebol o Cornélio transferiu-se para Mocajuba, onde veio a falecer.
Homem simples e recolhido Catico deixará muitas saudades a todos nós, ficando a marca de um grande desportista, pai amoroso, marido exemplar. Descanse em paz, amigo.
Fotos: 1) Time do Brasília em foto no "Campo do Baião" (onde hoje está aquela coisa horrível, um trançado de arames e uma antena no meio de uma praça). Em pé: Zelito Boiá, Quiba, Zeca Campelo, Procópio Ramos e Getúlio Lemos. Agachados: Cornélio, Catico, Zé Rua, Bereca e Sinval. Só dez, né? Pois é: faltou o Lucival Carvalho, que foi fazer corte para a então namorada Tereza na casa da Tia Teté Ramos, casa ao fundo, perdendo de sair na foto histórica.
2) Catico em foto recente, postado por Dina ChaVES.
LUTO!!

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DIVULGA NOVA PORTARIA

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SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DIVULGA NOVA PORTARIA
O ano de 2014 foi marcado por intensos debates entre o governo municipal e a classe de professores, tudo por causa de uma portaria editada no início do ano, que estabelecia a carga horaria de trabalho destes profissionais e que segundo o SINTTEP, causaram prejuízos a classe. Agora nova portaria foi editada ( 002/2015), corrigindo as distorções. Segundo a direção do sindicato, desde o mês de dezembro do ano passado a entidade foi convidada juntamente com uma equipe de técnicos do FUNDEB dentre outros segmentos, com a finalidade de encontrar uma solução para o impasse. Com a edição da nova portaria ficou estabelecido que os professores do ensino fundamental do 1º ao 5º e no ensino de 6º ao 9º ano terão uma jornada de 90 horas de regência em Classe + 45 horas de atividades. Os do ensino infantil terão 100 h + 35 de atividades. Desta forma, sepultando a polêmica portaria anterior.

ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS

ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS
Faça como os "Narts", encomende suas fotografias conosco. Alberony Reis Reis
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HORÁRIO DAS TRAVESSIA DA BALSA EM ARAPARI

HORÁRIO DAS TRAVESSIA DA BALSA EM ARAPARI.

FORMATURA "ABC" EM CARDOSO

FORMATURA "ABC" EM CARDOSO
Aconteceu na manhã de 07 deste mês, a formatura ABC- Jardim 2, da escola infantil da Vila de Cardoso. Interessante notar que poucas vilas fazem festas como estas. A formatura é muito importante no incentivo e combate a evasão escolar, pois, é no ensino infantil que começa a jornada escolar do todos. No futuro serão os profissionais que estarão trabalhando pelo engrandecimento de Baião e do Brasil. Parabéns a professora Socorro que tem sido a principal responsável pela formatura todos esses anos, e ao apoio da direção da escola com os demais professores.
 — com Vila Roca Comprida e outras 10 pessoas.

BANDIDOS EXPLODEM B.B EM BAIÃO

BANDIDOS EXPLODEM B.B EM BAIÃO
No dia seguinte que o banco completaria 5 meses de fechamento, novo assalto aconteceu.
Na madrugada de hoje cerca de 6 bandidos fortemente armados, causaram pânico na cidade. Por volta de meia noite enquanto um grupo cercou o quartel da PM, outro quebrava a porta da agência e explodia o cofre do Banco. Segundo moradores o tiroteio foi intenso, a estratégia parecia impedir a saída dos policiais, o que deu certo. Projéteis de fuzil foram encontrados por moradores. Os meliantes chegaram em veículo sedan, estacionaram as proximidades do quartel e começaram atacar a guarnição. Segundo testemunhas, um veículo que passava na hora do tiroteio foi alvejado. No dia de ontem circulavam informação que o pagamento dos servidores da educação seria depositado na agência, pois a secretaria de educação já teria disponibilizado pelo governo municipal. Moradores vizinho a agência, ouviram uma grande explosão vinda do prédio, estivemos no local e sentimos forte odor de pólvora vindo de dentro da agência. Provavelmente não levaram nada, pois a agência não estava funcionando. O grupo fugiu em uma camionete branca roubada.
Foto..
" da agência Paulo Menezes/ Beatrice Pompeu
" dos cartuchos vazios- Enilson Nonato Silva
" do cofre -Dilvandro Joana peres
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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

06/01/1835 - 2015 -190 ANOS DA CABANAGEM

06/01/1835 - 2015 -190 ANOS DA CABANAGEM 
Cabanagem foi uma revolta social ocorrida no Império do Brasil, na então província do Grão-Pará, estendendo-se de janeiro de 1835 a 1840, durante o período regencial brasileiro. Marcado por um cenário de pobreza extrema, fome e doenças, o conflito existiu muito devido à irrelevância política à qual a província foi relegada ao Príncipe Regente após a Independência do Brasil. Dado o seu saldo de mortos exorbitante e a chacina de povos promovida pela coroa, a Cabanagem é um dos maiores conflitos já ocorridos na história do país.
Nos antecedentes da revolta, havia uma mobilização da província do Grão-Pará para expulsar forças reacionárias que desejavam manter a região como colônia portuguesa. Muitos líderes locais da elite fazendeira, ressentidos pela falta de participação política nas decisões do governo brasileiro centralizador, também contribuíam com o clima de insatisfação após a instalação do governo provincial.1
A revolta teve início em 6 de janeiro de 1835 quando o quartel e o palácio do governo de Belém foram tomados por tapuios, cabanos, negros e índios liderados por Antônio Vinagre. O então presidente da província foi assassinado e instituiu-se um novo presidente, Clemente Malcher; a tomada de poder promoveu uma apoderação de material bélico por parte dos grupos revolucionários. Malcher, no entanto, mais identificado com as classes dominantes, foi rapidamente deposto.1 Sucedeu-se um conflito entre as tropas dele e as do líder dos cabanos, Eduardo Angelim, tendo estas saído vitoriosas. O frágil e instável controle cabano do Grão-Pará durou cerca de dez meses.
O império, então, nomeou por si um novo presidente, o barão de Caçapava, e, frente a essa afronta às tendências centralizadoras do governo central, bombardeou impiedosamente Belém. A deposição dos cabanos do poder foi rápida, porém, como muitos deles, mesmo fora do poder, continuaram a lutar, o império usou de seu poderio militar para sufocar a revolta e, até 1840, promoveu um extermínio em massa da população paraense. Estima-se que cerca de 30 a 40% da população de 100 mil habitantes do Grão-Pará tenha morrido no conflito.Calcula-se que de 30 a 40% de uma população estimada de 100 mil habitantes morreu. Em 1833 o Grão-Pará tinha 119.877 habitantes; 32.751 eram índios e 29.977, negros escravos. A maioria mestiça ("cruzamento" de índios, negros e brancos) chegava a 42 mil. A minoria totalizava 15 mil brancos, dos quais mais da metade eram portugueses.Foto Wikipédia - Eduardo Angelim.
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