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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

COMEÇOU A NOVA CORRIDA DA Pimenta-do-reino:"diamante negro" da economia

Quarta-feira, 05/05/2010, 09h35

Pimenta-do-reino:"diamante negro" da economia

Mudas de Pimenta do reino prontos para serem plantados em Baião.

Dá para imaginar muitos pratos tipicamente brasileiros - como a feijoada, carnes preparadas na forma de ensopados, assados ou mesmo o nosso pato-no-tucupi - sem um temperinho que seja à base de pimenta-do-reino? Presente em praticamente todas as culinárias do mundo, essa especiaria essencial para dar gosto e sabor aos alimentos é uma planta trepadeira (Piper Nigrum L.) originária da Índia, país que há séculos detém o posto de um dos

maiores produtores do setor.

No Brasil, a pimenta-do-reino é um dos produtos mais cultivados, sempre oscilando entre a segunda e terceira posição no ranking mundial de exportação, de acordo com dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Do total de 50 mil toneladas por ano, em média, o país exporta, sobretudo para a Europa e os Estados Unidos, cerca de 45 mil toneladas.

O Pará é dono de parcela considerável dessa exportação e nas décadas de 50 e 60 viveu o auge da plantação dessa especiaria, se tornando um polo de destaque no mundo. Apesar da decadência dessa cultura, a partir da década de 70, devido às enchentes e, sobretudo, ao ataque de pragas como a fusariose, que devastaram as plantações, a pimenta-do-reino sobreviveu e até hoje orgulha os paraenses por ter alavancado a economia regional e gerado milhares de empregos e renda para pequenos produtores.

A propósito, a chegada da pimenta-do-reino no Pará confunde-se com a história da imigração japonesa na Amazônia, a partir do município de Tomé-Açu, no nordeste do Estado. Foram os imigrantes nipônicos os responsáveis pelo cultivo dessa especiaria na região; pessoas que fugiram das guerras para o Brasil, atraídos pela força econômica das plantações de café, sobretudo no Estado de São Paulo, nos primeiros anos do século XX. Alguns, no entanto, a partir de 1929, foram enviados à Amazônia, no intuito de trabalhar em outras lavouras agrícolas destinadas ao cultivo de hortaliças e outros produtos.

Diante da floresta ainda inexplorada, muitos desses imigrantes não resistiram ao clima e à malária. Alguns deles arrumaram as malas e voltaram ao Japão, descrentes na prosperidade financeira e, principalmente, nas peculiaridades do local. Em Tomé-Açu, naquela época, a Nantaku (Nambei Takushoku Kabushiki Kaisha) era o órgão responsável pela orientação desses imigrantes. Eles não tinham conhecimentos técnicos específicos e simplesmente eram estimulados a plantar produtos perenes.

Porém, em 1933, Makinosuke Usui, coordenador de imigrantes da Nantaku, mudou esse cenário. De uma viagem rápida à Singapura, trouxe no navio 20 mudas de pimenta-do-reino. Resolveu plantá-las em Tomé-Açu, que àquela altura ingressava numa maré de declínio com os limites para concessão gratuita de terreno de plantação, bem como da entrada de imigrantes no país.

Das mudas trazidas por Usui apenas duas sobreviveram. Com o tempo, muitos japoneses foram plantando a especiaria. Nas décadas seguintes, até o fim dos anos 60, Tomé-Açu conheceu a bonança da pimenta-do-reino, agora batizada de “diamante negro” da Amazônia. Nesse período, o município tornou-se o maior produtor mundial da especiaria, com o cultivo de cerca de cinco mil toneladas por ano. Abasteceu o mercado nacional, além do exterior. Mesmo com o declínio dessa agricultura, Tomé-Açu continua hoje no alto do pódio de maior produtor de pimenta-do-reino do Brasil.

“Acreditamos, com base nos experimentos e práticas preventivas contra a fusario-se, que vamos aumentar a produção de pimenteiras e novamente nos destacar no mercado mundial”, afirma Francisco Sakaguchi, presidente da Cooperativa Agrícola Mista de Tomé-Açu (Camta), que conta hoje com 131 cooperados e registra 1.800 pequenos produtores. Cerca de 10 mil empregos diretos e indiretos são gerados nessa cadeia.

Atualmente, a pimenta-do-reino é exportada pela Camta para Alemanha, Estados Unidos, Japão, Argentina, Holanda e França. No ano passado, foram exportadas 850 toneladas com uma injeção de

R$ 6 milhões na economia local. Além de Tomé-Açu, há produtores em Paragominas, Ipixuna, Santa Izabel, Santo Antônio do Tauá, Santa Maria e outros.



Por que se orgulhar?

A pimenta-do-reino é um dos produtos mais importantes que são exportados pelo Pará e sua origem no Brasil está ligada à imigração japonesa na Amazônia. O auge de sua produção, nas década de 50 e 60, e até os dias de hoje elevou o município de Tomé-Açu ao posto de grande cultivador e exportador dessa especiaria no mundo. Fonte :http://diariodopara.diarioonline.com.br/N-88846-PIMENTA-DO-REINO+DIAMANTE+NEGRO+DA+ECONOMIA.html

NOTA DA REDAÇÃO:
Nesta reportagem do Jornal Diário do Pará, esqueceram de citar que Baião teve durante as décadas de 90, teve 2.000.000. (Dois milhões) de pés da espécie e que veio a morrer  por causa de um fungo e também a cidade de Mocajuba que chegou a plantar a mesma quantidade de mudas.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

MUDANÇA NO RECEBIMENTO DO SEGURO DEFESO

MUDANÇA NO RECEBIMENTO DO SEGURO DEFESO
COLÔNIA DOS PESCADORES DE BAIÃO
divulgou o novo sistema para o recebimento do Seguro Defeso informado pelo INSS, e que visam coordenar os pagamentos. Agora o pescador deverá observar antes de se dirigir a Caixa Econômica Federal, qual a data em que está agendada para o pagamento, conforme tabela abaixo, de acordo com a numeração final do s cartão do pescador:

MUDANÇA NO RECEBIMENTO DO SEGURO DEFESO
                                   DATA                           Nº FINAL DO CARTÃO
03/02/2016                           1
04/02/2016                           2
05/02/2016                           3
11/02/2016                          4
12/02/2016                          5
15/02/2016                          6
16/02/2016                          7
17/02/2016                          8
18/02/2016                         9
19/02/2016                        0

Segundo a presidente da Colonia De Pescadores de BaiãoJulia Rodrigues Braga, ao terminar estes pagamento, o INSS divulgará nova tabela com mais datas. Ela alerta ainda que os associados não percam a data evitando transtorno no recebimento de seus pagamentos.

Justiça libera ampla atuação de licenciados em Educação Física no PA

Justiça libera ampla atuação de licenciados em Educação Física no PA

Uma decisão da Justiça Federal proíbe o Conselho Federal de Educação Física (Confef) e o Conselho Regional de Educação Física da 8ª Região (Cref8) de impedirem a ampla atuação dos profissionais licenciados. A medida, considerada inconstitucional, limitava os licenciados ao trabalho na educação básica, impedindo os licenciados de atuar em hospitais, clínicas, academias de ginástica e outros espaços. Clique aqui e veja a decisão na íntegra.
O caso foi levado à Justiça pelo Ministério Público Federal (MPF) em outubro do ano passado, pelo procurador regional dos Direitos do Cidadão, Alan Rogério Mansur Silva. “A lei que versa sobre a regulamentação dos profissionais de Educação Física, qual seja, a Lei nº 9.696/1998, não determina qualquer forma de discriminação entre os licenciados e os bacharéis, assim como não estabelece uma categoria de egressos voltados somente para a educação básica e outra categoria que abarque os demais ambientes de atuação desses profissionais”, registrou o procurador na ação.
O juiz Frederico Botelho de Barros Viana explicou, na decisão liminar, que “não havendo expressa previsão no texto da Lei n° 9.696/98 que autorize os conselhos profissionais a limitar o campo de atuação do profissional a depender de sua formação acadêmica, tal restrição de direitos é indevida”. A decisão, publicada no dia 31 de janeiro, é valida para todo o Pará.
Segundo Marta Genú, coordenadora do curso de Licenciatura em Educação Física da Universidade do Estado do Pará (Uepa), a decisão “representa um ganho acadêmico e expressa nossa defesa em nome da formação única, em que o conhecimento é sobre a totalidade, e a intervenção é questão de especificidade e metodologia. A partir de agora, a questão legal começa a ter a interpretação devida e esclarecida”, afirmou.
“Este é o início do ordenamento legal, que se põe ao lado do acadêmico, qualificando a formação inicial em Educação Física e definindo um único perfil pedagógico, o papel do professor de Educação Física. Esse foi um ato inicial dos coordenadores do curso da Uepa, da Universidade Federal do Pará (UFPA) e da Escola Superior Madre Celeste (Esmac), preocupados com a garantia de trabalho dos egressos dessas instituições", explica a coordenadora. Fonte G1.
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Piso salarial dos professores da rede pública será reajustado em 11,36%

Mariana Londres, do R7, em Brasília
Em 2015, o piso dos professores era de R$ 1.917,78
O piso salarial dos professores da rede pública será reajustado em 11,36% e vai para R$ 2.135,64 em 2016, conforme divulgou o MEC (Ministério da Educação) nesta quinta-feira (14). Em 2015, o piso era de R$ 1.917,78.
Com isso, o ganho salarial dos professores será real, acima da inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) em 2015, de 10,57%. O piso vale a partir de janeiro, mas há acordos regionais que preveem pagamento do reajuste em outros meses, segundo a pasta.
O MEC divulgou o índice cumprindo o que estabelece a lei 11.738 de 2008, Lei do piso salarial dos professores, que prevê que piso seja calculado por critério que é o valor aluno/ano referente aos anos iniciais do ensino fundamental dos recursos do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação).
Leia mais notícias de Brasil no R7: http://noticias.r7.com/brasil/piso-salarial-dos-professores-da-rede-publica-sera-reajustado-em-1136-e-vai-para-r-213564-em-2016-14012016
O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, explicou que o índice está sendo divulgado nesta quinta para cumprir a lei, apesar dos pedidos de governadores e prefeitos para adiar a divulgação alegando dificuldades financeiras nos Estados e municípios.
“Os efeitos da crise já se fazem sentir nas despesas obrigatórias como na saúde e educação, com a diminuição do valor dos repasses constitucionais e a elevação dos custos operacionais e a manutenção dos serviços que estão atingindo limites insustentáveis", diz o documento enviado pelos governadores.
O piso salarial dos docentes é reajustado anualmente, seguindo a Lei 11.738/2008, a Lei do Piso, que vincula o aumento à variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno definido no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
Saiba Mais
· Estados e municípios temem não conseguir pagar piso aos professores
Segundo os governadores, nos últimos cinco anos, o valor por aluno subiu 87%, levando a um aumento de 37% no piso salarial dos professores.
Os municípios acrescentam que a situação atípica do exercício de 2015, com retração da atividade econômica, "precisa ser levada em consideração na fixação do índice de reajuste do piso, de forma compatível com as finanças dos estados, do Distrito Federal e dos municípios”, de acordo com o documento da CNM.
Hoje, a questão foi levada ao Fórum Permanente para Acompanhamento da Atualização Progressiva do Valor do Piso Salarial Nacional, composto por representantes do MEC, dos estados, dos municípios e dos trabalhadores. O Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed) diz que, para cumprir o reajuste estimado de 11,36% seguindo os critérios atuais, será necessária a complementação financeira da União.
Para os trabalhadores, o reajuste do piso salarial não é negociável. "O que tem que ser cumprido é a lei", disse o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Leão.
"O que ficou acertado no fim da reunião é que a lei será cumprida e o reajuste será o de 11%. O fórum vai discutir os problemas da Lei do Piso e vai buscar uma solução. Todo fim de ano ocorrem problemas e isso não é bom", acrescentou. No ano passado, o não cumprimento da lei levou a greves de professores nos estados e municípios.
Fonte: EBC / r7.com http://noticias.r7.com/brasil/piso-salarial-dos-professores-da-rede-publica-sera-reajustado-em-1136-e-vai-para-r-213564-em-2016-14012016

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quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

5ª CAVALGADA DE BAIÃO

5ª CAVALGADA DE BAIÃO
 Aconteceu nos dias 23 e 24 de Outubro deste ano.
 Relembre esta que já virou uma tradição baionense
Todas as fotos do fotógrafo Paulo Menezes.











segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

3ª FEIRA DE CIÊNCIAS DA ESCOLA SANTO ANTÔNIO

3ª FEIRA DE CIÊNCIAS DA ESCOLA SANTO ANTÔNIO
A terceira feira de ciências da referida escola, foi o maior sucesso. Professores, alunos 
se desdobraram para apresentar os projetos que aprenderam em sala de aula.


Sistema de Abastecimento de Água de Baião - Prof, Janice

6ºB Forma de reutilizar água ao regar as plantas. Professora responsável pela turma Fátima Gonçalves 
6ºC, As diversas maneiras de preparar alimentos saudáveis com o líquido precioso: água. Professora responsável Ângela Souza 
 Professor responsável Dercio Coelho
 7ºD professora responsável Patrícia Viegas
 7ºE professor responsável Danilo Machado


 Foi surpreendente o interesse e a participação do alunado para realização das experiências. A direção e os professores estão de parabéns pelo belíssimo trabalho.
 8ºA professores responsável Aldiene Fiel e Adamilton Rabelo
 
9ºB professores responsáveis Talita Brito e Carlos Fernandes