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segunda-feira, 6 de julho de 2015

PARABÉNS MOCAJUBA, 120 ANOS DE FUNDAÇÃO


PARABÉNS MOCAJUBA, 120 ANOS DE FUNDAÇÃO
Conheça a história dessa terra.
Fotos: Dennys Sabbá
PARABÉNS MOCAJUBA, 120 ANOS DE FUNDAÇÃO
Conheça a história dessa terra.
 Em 1854, João Machado doou uma propriedade para que ali se instalasse a povoação do Maxi num belíssimo cabo na porção de terra firme da Margem direita do Rio Tocantins.
Encontraram os maxienses as condições para fazer progredir a Freguesia, que não passava de poucas casas e de uma capela, e em 10 de outubro fundou a Vila de Mocajuba, o menor território municipal no baixo Rio Tocantins.


Fotos: Dennys Sabbá


A Colonização
A história de Mocajuba remonta a ocupação colonial na Amazônia Brasileira pelos portugueses.
Logo após a fundação da cidade de Belém, capital do Pará atualmente, os colonizadores portugueses, atraídos pelas riquezas da região do Rio Tocantins, onde localiza-se atualmente a sede da cidade e muitas de suas vilas, dominam a calha do Tocantins. Na realidade, o rio é o único acesso ao interior da região. É seguindo o rio que os colonizadores tomam posse das terras, dentro de uma lógica geopolítica que é operada dentro dos tratados internacionais da época.
Mas os militares portugueses não agiam sozinhos neste processo de conquista e expansão. Eles contam com forte participação da igreja católica Um contexto de muitas lutas entre portugueses, franceses e holandeses empenhados na conquista da Calha Amazônica. Este é um elemento determinante para a história local.
Na região hoje chamada "baixo tocantins", a cidade de Cametá, que é hoje cidade vizinha, têm especial relevância. De Cametá saíram varias expedições exploratórias, como a de Pedro Teixeira em 1673 com o Padre Antônio Vieira. Foi estabelecido o núcleo central de colonização regional, tendo como liderança o Frei Cristóvão de São José, religioso dos Padres Capuchos da Ordem de Santo Antônio. Ele inicia a conversão cultural dos índios Tupinambás na região, mas especificamente os Camutás. A estratégia fundamental era atrair os indígenas de suas aldeias para a margem dos rios e assim fundaram-se muitas localidades. Ora pela força, ora pelo etnocídio e conversão cultural. O forte contato de portugueses (brancos) com os indígenas origina o caboclo, etnia mais comum na região.


Fotos: Dennys Sabbá


O Surgimento do Município de Mocajuba

Mocajuba vai forma-se no Rio ou Furo Tauaré passando por diversas denominações como: Maxi, Freguesia de Mocajuba, Vila de Mocajuba e finalmente Mocajuba.
Sua fundação como município, segundo o IBGE, data de 1895, um processo que durou dois anos até a consolidação.
Em 1853 quando a Assembleia Legislativa Provinciana, considerando a exigência do povoado de nome Maxi, criou a resolução nº 228, de 20 de dezembro do mesmo ano, dando-lhe a categoria de Freguesia.
Não obstante, o lugar não era propício para o desenvolvimento do município, diz a história oficial. Os habitantes do Maxi foram então se deslocando para uma antiga propriedade do Sr. João Machado, um dos incentivadores da mudança, que doou suas terras para que servissem de sede para o futuro município. Nessas terras existia um sítio de nome Mocajuba em perfeitas condições de servir para o desdobramento de um importante núcleo populacional, que viria a ter para invocação N. Sr.a. da Conceição, inicialmente utilizando o oratório particular de João Machado.
A mudança foi aprovada pela lei nº 271, de 16 de outubro de 1854. Conservou-se como freguesia até o ano de 1872 quando a lei nº 707, de 5 de abril, substituiu-a por vila.
A primitiva igreja matriz da vila, construção de taipa, incendiou-se antes de 1864, época em que o governo provincial determinou o prosseguimento da construção do novo templo, então em alicerces.
O decreto nº 117, de 18 de setembro, cria prefeituras de segurança em seis cidades dentre elas a de Mocajuba, em 1895, dando-lhe finalmente a legitimidade do nome original.
Formação Administrativa[editar | editar código-fonte]
Distrito criado com a denominação de Mocajuba, pela lei provincial nº 228, de 20-12-1853, subordinado ao Município de Cametá.
Elevado à categoria de vila com a denominação de Mocajuba, pela lei provincial nº 707, de 05-04-1872, desmembrado de Cametá com sede na antiga vila de Mocajuba constituído de um distrito sede. Instalado em 07-01-1873.
Elevado à categoria de cidade com a mesma denominação, pela lei estadual nº 324, de 06-07-1895.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído de 2 distritos: Mocajuba e São Pedro de Viseu.
Pelo decreto estadual nº 6, de 04-11-1930, é extinto o Município de Mocajuba e anexado ao município de Baião.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o distrito de Mocajuba figura no Município de Baião.
Pela lei estadual nº 8, de 31-10-1935 é recriado o Município de Mocajuba.
Em divisões territoriais datadas de 31-12-1936 e 31-12-1937, o município é constituído de 2 distritos: Mocajuba e São Pedro do Viseu.
Pelo decreto-lei estadual nº 3131, de 31-10-1938, é extinto o distrito de São Pedro do Viseu, sendo seu território anexado ao distrito sede de Mocajuba.
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído apenas do distrito sede.
Pelo decreto-lei estadual nº 4505, de 30-12-1943, é recriado o distrito de São Pedro de Viseu e anexado ao município de Mocajuba.
Em divisão territorial datada de 01-07-1955, o município é constituído de 2 distritos: Mocajuba e São Pedro de Viseu, assim permanecendo em divisão territorial até a data de 01-07-1960.
Pela lei estadual nº 2460, de 29-12-1961, é criado o distrito de Manjeiro (Mangabeira) e anexado ao município de Mocajuba.
Em divisão territorial datada 31-12-1963, o município é constituído de 3 distritos: Mocajuba, Manjeiro (Mangabeira) e São Pedro do Viseu. Assim permanecendo em divisão territorial até a data de 01-01-1979.
Em divisão territorial datada de 18-08-1988, o município é constituído de 2 distritos: Mocajuba e São Pedro de Viseu (atualmente Visânia). Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005.
Fonte: Wikipédia Brasil.